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ToggleComo podemos fazer a relação do Marketing Digital como aliado da Educação? É simples, basta olharmos como as redes sociais e plataformas digitais ajudaram a tornar o conhecimento mais acessível ao público que antes não tinha muito apreço aos estudos, ou condições para os mesmos.
Graças a plataformas como Instagram, TikTok e Facebook, transmitir conhecimento tornou- se algo muito mais divertido e assertivo. Hoje, pessoas de qualquer faixa etária criam gosto por consumir conhecimento e, muitas vezes, nem percebem que estão aprendendo com aquilo.

No artigo de hoje, falaremos um pouco sobre como a pandemia e as redes sociais conseguiram mudar completamente a forma como podemos educar nas redes sociais e, além disso, toda a relação do Marketing Digital como aliado da Educação.
Para isso, tivemos o imenso prazer de entrevistar a querida Teacher Paula Gabriela, que conta com cerca de 530 mil seguidores em suas redes sociais (TikTok, Facebook e Instagram). Quer saber mais? Confira nosso papo com exclusividade.
Marketing Digital como aliado da Educação
Com o advento da pandemia e as dificuldades de ensino presenciais, quem diria que os vídeos virais, trends e piadas se tornariam verdadeiras aliadas de educadores que encontraram, nas mídias sociais, uma forma de se aproximar um pouco mais dos seus alunos.
Além disso, muitos destes docentes perceberam que essa seria uma ótima oportunidade de atingir um público ainda maior do que simplesmente um nicho básico de alunos interessados naquela matéria. Uma dessas professoras é justamente Paula Gabriela, mas você deve conhecê-la como Teacher Paula (@teacherpaulagabriela).
A professora, que vem de família humilde, teve seu primeiro contato com aulas de inglês aos 11 anos, quando ganhou uma bolsa para estudar inglês em uma associação que ajudava crianças sem condições de pagar o curso. A partir daí, seu relacionamento com o idioma só cresceu.

Quando chegou aos seus 18 anos, Paula começou a buscar emprego para conseguir pagar sua faculdade e, como já tinha se inscrito para cursar Letras Português/Inglês na Universidade, decidiu mandar seu currículo para diversas escolas de inglês.
“Desde então eu comecei a dar aulas particulares, trabalhei em escolas preparatórias com foco no ENEM, trabalhei com crianças, dei aula pro ensino médio, para idosos, de tudo um pouco”, afirma a professora.
Alguns anos e bastante experiência depois, a pandemia chegou para mudar completamente a forma como convivemos em sociedade, seja presencialmente ou digitalmente. Foi justamente neste momento que Paula teve uma reflexão.

Segundo a professora, ela tinha o hábito de ficar por muito tempo no Instagram e decidiu aproveitar este lazer para produzir algo que fosse útil e que ela realmente gostasse de fazer. Foi quando criou sua página profissional e começou a lançar vídeos descontraídos de dicas em inglês.
“Eu comecei a me soltar e fazer vídeos mais divertidos, engraçados, vídeos que as pessoas pudessem assistir e se identificar”, acrescentou a professora que já é sucesso absoluto nas redes sociais.
Por conta disso, a professora acredita que seu crescimento foi muito mais orgânico do que impulsionado propriamente. Isso se deve pelo fato de ter investido (mesmo que inconscientemente) em conteúdo viral e divertido, o que faz com que pessoas compartilhem.

Este tipo de conteúdo faz com que o algoritmo das redes sociais dê mais relevância ao que o influenciador posta, principalmente por entender que este conteúdo é positivo para a comunidade e os usuários da plataforma. Daí vem o impulso orgânico citado pela teacher.
Além do sucesso da sua conta pessoal, Paula também faz parte da Fluency Academy, um grupo de professores que oferecem dicas, orientações e cursos em diversos idiomas. Eles se destacaram nas redes sociais principalmente pelo rápido crescimento e pela criação de conteúdo bem direcionado.

Paula explica que já era produtora de conteúdos da Fluency Academy desde 2020, mas recentemente se tornaram parceiros e desde então ela conta com uma equipe enorme ajudando a impulsionar e organizar a criação de conteúdo.
“As estratégias de marketing da Fluency são incríveis. Nós realmente temos um time de experts em redes sociais e anúncios trabalhando a todo vapor! Isso faz total diferença”, explicou.
Quais dicas podem ser dadas aos professores que querem investir nas redes sociais?
A primeira dica que a teacher dá é, justamente, que o professor não force ser quem ele não é apenas para viralizar. Para ela, é essencial ser você mesmo e tentar entender seu público. Ela explica que o conteúdo viral é legal e importante, mas é preciso tomar cuidado para não ser mais do mesmo.
“A internet tem muitos professores criando conteúdo, e com essas trends por aí, temos que tomar cuidado pra não ficar tudo igual, sabe? Aproveite a onda, a modinha, as trends do TikTok, mas coloque sempre um pouco de você ali, para não perder a originalidade”, enfatizou a professora.
Ela também explica que é essencial entender o público presente em cada rede social para que se possa identificar o tipo de conteúdo ideal para determinadas plataformas. No caso de conteúdos mais complexos e densos, ela indica o Youtube, por exemplo.

Por outro lado, se for um conteúdo mais rápido, explicando uma expressão idiomática ou fazendo algum conteúdo humorístico, Reels e TikTok funcionam muito bem. Paula entende que qualquer assunto pode prender a atenção do público se o vídeo for bem executado!
“No Instagram, por exemplo, os 5 primeiros segundos do seu vídeo são muito importantes! É neles que a pessoa decide se vai clicar pra assistir tudo, ou se vai rolar pra baixo. E, claro, além de um bom gancho, você precisa de um cenário legal, aparência arrumada, entre outras coisas.”
Os vídeos curtos são ótimos aliados da educação
Paula explica que acha incrível que conteúdos educativos tenham se encaixado tão bem nestes formatos de conteúdos rápidos e em redes sociais tão utilizadas mundialmente, caso do TikTok e Instagram.
Apesar de serem ambientes de entretenimento e conteúdos mais “superficiais”, os professores conseguiram captar bem o tipo de mensagem que os usuários buscam e, assim, fizeram destes formatos ótimos aliados no compartilhamento de informações.
“Isso tem um efeito positivo na educação: quantos alunos aprendem em um Reels de 30 segundos o que não aprenderam em sala de aula? E isso não é culpa do professor! É que, às vezes, eles têm mais interesse em uma tela de celular, em um vídeo que gera entretenimento”, afirmou.

Ela argumenta que esses vídeos curtos podem ser grandes aliados, tanto para despertar o interesse dos alunos, para desmistificar assuntos que parecem ser complicados, como também para divulgar seu trabalho e sua metodologia.
Para a teacher, o Instagram e o Youtube funcionam como grandes ferramentas na democratização do ensino, o tornando mais inclusivo e acessível ao público, dando uma oportunidade bem parecida com aquela que ela recebeu ainda aos 11 anos de idade.
Paula, por exemplo, disponibiliza aulas completas de inglês gratuitamente para pessoas que nunca poderiam pagar um curso e isso, para ela, é uma das coisas mais legais nesse processo todo.
“É claro que eu vendo o meu curso de inglês, tenho um produto. Porém, a quantidade de conteúdos gratuitos que disponibilizo me deixa muito feliz e satisfeita porque esses conteúdos despertam o interesse das pessoas. Então eu sinto que com esses materiais que disponibilizo, eu estou fazendo pelos outros um pouco do que fizeram por mim”, declarou.

O Instagram é o portfólio do professor
Hoje, levando em consideração a realidade de muitos professores e alunos, ter um perfil profissional separado do seu perfil pessoal é extremamente importante e é o primeiro passo para quem quer investir nestas plataformas.
Para Paula, o Instagram é o novo LinkedIn para os professores que buscam mais alunos virtualmente. Assim, até mesmo para professores que precisam de alunos particulares, seu Instagram pode funcionar como uma espécie de portfólio.
“Ali o aluno precisa te ver trabalhando! Por isso é essencial saber administrar um perfil profissional: saber o que postar, quando postar, o que é interessante e o que acaba sendo inútil, mostrar seu rosto (o famoso dar a cara a tapa)”.

Por fim, a nossa querida teacher conta que sempre odiou ouvir o termo “Marketing Digital”, principalmente quando começou a produzir os conteúdos, e nunca pensou na possibilidade do Marketing Digital como aliado da Educação.
Até que ela percebeu que, em um mundo digital, é essencial estar por dentro das novas plataformas que temos à nossa disposição. Porque se tudo se atualiza e muda conforme o avanço da tecnologia, a educação não deve ficar de fora.
Paula explica que disponibilizar conteúdos gratuitos não pode ser apenas uma jogada de marketing porque o público consegue notar! Para ela, existem professores preocupados com a educação, que se divertem criando conteúdo, que gostam do que fazem, e existem os que querem apenas lucrar.
“Para mim, ter sucesso é fazer o que ama e se divertir no meio do processo. É receber mensagens de pessoas dizendo ‘graças ao seu conteúdo, finalmente aprendi tal coisa’, ‘seus vídeos são muito divertidos e didáticos’, ‘decidi retomar os estudos’. Isso não tem preço”, completou.
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